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Pré-FIQ promove conversa com Steve Englehart

Rufem os tambores, soltem as amarras! O FIQ nem chegou e já temos um presente pra quem estiver em BH. Steve Englehart, um dos maiores roteiristas da Marvel, participa do Conversa em Quadrinhos e sessão de autógrafos dia 21 de julho, terça-feira, às 19h.

Essa atividade faz parte do aquecimento para o festival, o Pré-FIQ. Nosso encontro é na Biblioteca Pública Infantil e Juvenil -Rua Carangola, 288 - Santo Antônio. O evento é realizado pela Prefeitura de BH, por meio da Fundação Municipal de Cultura e é gratuito.

Em seu currículo invejável, falta folego pra te contar seus feitos principais. Entre eles: co-criador do “Mestre do Kung Fu” (junto com Jim Starlin), Responsável por algumas das histórias mais marcantes do “Doutor Estranho” e criador do personagem Star-Lord, que mais tarde viria a ser o líder dos “Guardiões da Galáxia”.

Steve Englehart nasceu em Indianápolis e é um dos escritores mais marcantes da Marvel e DC nos anos 70 e 80. Foi responsável por diversas fases clássicas dos “Vingadores”, “Capitão America”, “Hulk” e “Doutor Estranho”, além de estabelecer as primeiras aventuras na equipe dos “Defensores e Vingadores da Costa Oeste”. Na DC, escreveu títulos inesquecíveis de “Batman”, “Lanterna Verde”e“Tropa dos Lanternas Verdes”.

Que mais? Foi responsável por criar personagens icônicos como o Star-Lord, Mestre do Kung Fu”, “Mantis, Killowog” e estabeleceu Guy Gadner como o lanterna que conhecemos hoje. Nas últimas coleções históricas da Marvel, o público confere clássicos republicados do autor, como a saga do “Thanos” (junto com Jim Starlin), “Imperativo Ultron” e saga da “Coroa da Serpente”.

Como se não fosse suficiente, saiu um pouco dos quadrinhos para publicar o romance “The Point Man”, livros infantis e ajudou no design de diversos jogos da Atari , Activision, Electronic Arts, Sega, e Broderbund. Ah! E também contribuiu para séries animadas “Streetfighter” e “G.I. Joe Extreme”.

Conversa em Quadrinhos com Steve Englehart

Dia 21 de julho / terça-feira

Biblioteca Pública Infantil e Juvenil

Rua Carangola, 288 - Santo Antônio - BH

Gratuito


FIQ firme na diversidade

Vistas como arte ou como entretenimento, histórias em quadrinhos dizem do mundo em que são produzidas. Seja pela análise de quem as produz, de como são feitas, como são percebidas ou de como são perpetuadas. Da literatura à pixação, do teatro grego até o último blockbuster hollywoodiano, toda narrativa e todo personagem expressam ideias sobre o mundo e provocam no público uma reação.

Um festival que procura abraçar a maior diversidade possível de narrativas não poderia renunciar ao esforço necessário para que a oportunidade de contar e ouvir essas histórias seja um direito exercido por todos, e não um privilégio de alguns.

Por isso, entendemos que o FIQ não pode ficar em terreno neutro no que diz respeito às questões de representatividade e diversidade. Não vivemos em um mundo de oportunidades iguais para todos. Machismo, homofobia, transfobia, racismo e xenofobia - assim como toda forma de violência e silenciamento - nos roubam a chance de conhecer pessoas e histórias maravilhosas.

Arte, entretenimento e comunicação podem ser veículos de empatia e inclusão cujo potencial não deve ser ignorado. Acreditamos que é imprescindível abrir espaços para essas vozes que têm sido ignoradas por tanto tempo. Pensando nisso, o festival se empenha em realizar e apoiar ações afirmativas para a promoção da diversidade, representatividade e inclusão nos quadrinhos. Esse cuidado permeia todas as ações do festival, da identidade visual, passando pelas exposições, debates propostos e a forma como são organizados.

Queremos que o FIQ seja um ambiente seguro e acolhedor, livre de assédios e constrangimentos. Para isso, precisamos e contamos com a ajuda de todos: convidados, expositores, visitantes e mesmo aqueles que não poderão estar aqui em BH, mas acompanham e apoiam o evento. Através das nossas redes sociais, esperamos criar um canal de comunicação para debater essas questões com o público. Afinal, somente com a abertura a novas ideias e estando sempre atentos à fala de todos é que poderemos avançar.

O FIQ é de todos! Com a sua participação, isso deixa de ser só um slogan.












André Diniz vem ao FIQ 2015!!

No meio de uma dezena de quadrinhos lançados e diversos prêmios, nosso convidado vai ter que encontrar um tempinho para nos visitar novamente. André Diniz, autor de “Muzinga” e diversos outros títulos, confirmou presença na esperada 9ª edição do Festival Internacional de Quadrinhos, que acontece de 11 a 15 de novembro, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte. Entrada gratuita!

O FIQ é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura.

Roteirista e desenhista de HQs, André nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, mas atualmente reside em São Paulo. Possui uma editora própria, a Nona Arte. Por meio dela, publicou variados trabalhos, de 2000 a 2005, quando passou a publicar suas obras através de outras editoras, como Record, LeYa, Conrad, Devir e Escala Educacional.

Entre seus quadrinhos mais conhecidos, estão “Fawcett”, “7 Vidas”, “O Quilombo Orum Aiê”, “A Cachoeira de Paulo Afonso”. Tem também “Morro da Favela” que, em 2012, foi publicado na França (Photo de La Favela), Portugal e Inglaterra (Picture a Favela). No mesmo ano, lançou o álbum infantil O Negrinho do Pastoreio, com cores de Marcela Mannheimer e ilustrou a HQ Mwindo, da roteirista Jacqueline Martins.

Tanto trabalho não poderia ter outro resultado. André já recebeu diversos prêmios, entre eles três troféus HQ Mix de melhor roteirista. Além disso, seus livros “O Quilombo Orum Aiê” e “O Negrinho do Pastoreio” foram selecionados pelo PNBE - Programa Nacional Biblioteca na Escola e distribuídos para todas as bibliotecas de escolas públicas do Brasil.

Atualmente, André mantém um site de HQs online, o "Muzinga" (www.muzinga.net). Ele tem atualização todas as terças, com HQs completas em parceria com grandes artistas dos quadrinhos nacionais. De seus lançamentos mais recentes, é preciso ressaltar que, em 2014, lançou “Duas Luas” no Brasil e em Portugal, com roteiro próprio e desenhos de Pablo Mayer.

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